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Cosméticos à base de azeite de oliva, ouro líquido para a beleza.

Aolio-di-oliva-cosmetici-pe-labellings virtudes cosméticas do azeite de oliva são conhecidas desde a antiguidade, tanto que o primeiro cosmético à base deste precioso componente, encontrado em algumas tumbas do antigo Egito, remonta a 7000 anos atrás, e muito provavelmente mesmo antes de 5000 a.C. o azeite de oliva já era usado, misturado com essências, graças às suas propriedades calmantes e emolientes.

Podemos afirmar, portanto, que os cosméticos nasceram com o homem e evoluíram com o avançar da civilização.

Gregos e Romanos também usavam o azeite de oliva para massagear o corpo e os cabelos e para combater as rugas e os sinais do tempo no rosto, mas não só: os Romani utilizavam uma mistura especial de azeite de oliva, resinas e breu como uma verdadeira cera para depilação.

Com o fim do império romano, os cosméticos desaparecem até o Renascimento, quando a admiração e o culto do belo retornam mais fortes que nunca.

No final do século XIX ocorre a primeira industrialização dos produtos cosméticos. O azeite de oliva começa a ser utilizado de forma científica e o seu uso se populariza até os dias de hoje: existem diversos tipos de azeite de oliva, que podem ser classificados conforme a proveniência e o método de prensagem.

Atualmente estão em vigor leis e regulamentos para tutelar a segurança dos consumidores e garantir uma compra segura dos produtos cosméticos. Em linha com a nova sensibilidade dos consumidores, procura-se cada vez mais utilizar produtos biológicos, produzidos com ingredientes basicamente naturais, sem níquel, não testados em animais… e o único modo para saber se as características dos cosméticos que pretendemos comprar correspondem ao que buscamos é ler atentamente os rótulos colocados nas embalagens que, por lei, devem ser claros e legíveis e apresentar todas as informações relacionadas ao produto de maneira detalhada.