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Foram reveladas as três taças do Guia vinhos da Itália 2018 de Gambero Rosso

Foram premiados os melhores rótulos da península e atribuídos reconhecimentos “especiais”

Foi apresentada nos últimos dias a nova edição do Guia dos vinhos da Itália 2018 de Gambero Rosso que premia os melhores rótulos e as melhores empresas da península. Como bem se sabe, o momento mais esperado é a atribuição das “Três taças” como garantia de excelência produtiva. O guia analisa 252 mil vinhos e 2485 empresas e, neste ano, 436 vinhos conseguiram obter o máximo reconhecimento.

Em 2018, o título de “adega do ano” foi vencido pela empresa do Vêneto Masi, da família Boscaini. Stefano Amerighi é o “viticultor do ano” enquanto a “adega emergente” escolhida é a do grupo calabrês Spiriti Ebbri.

O mundo green e bio ganha cada vez mais espaço e aumenta o número das Três Taças Verdes – que chegam a 99 – ou seja, os produtos de empresas biológicas, biodinâmicas certificadas que obtiveram a grande aprovação da crítica.

Também são tantos os prémios especiais e os reconhecimentos particulares que Gambero rosso decidiu inserir. Entre eles, o da “viticultura sustentável” foi conquistado pela grande empresa Ferrari da família Lunelli. Um novo reconhecimento é o “prémio projeto humanitário” dedicado a personagens e empresas que se destacaram em termos de sensibilidade social. 2018 reconhece o trabalho de Elisabetta Fagiouli da empresa toscana Montenidoli da província de Siena que criou uma fundação Onlus para dar abrigo a idosos e jovens carentes.

Ao falar em números por região, o Piemonte ganha mais uma vez o maior número de três taças com 77 rótulos premiados. Logo atrás vem a Toscana, com 76, mais distantes estão o Vêneto com 41, o Alto Adige com 27 e o Friuli-Venezia Giulia com 26. Os últimos classificados são a Basilicata com 5, a Calábria com 4 e o Molise com 1.